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  DOENÇAS


Onde são encontrados os cálculos?
Várias são as causas de formação de cálculos nos rins, e estes podem ser encontrados em qualquer região do sistema urinário: rim, ureter e bexiga.
Quais são os sintomas?
Geralmente a presença do cálculo se manifesta através de cólica na região das costas que pode se irradiar para o abdome e até para o baixo ventre.
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico pode ser feito através de ultra-sonografia, raio-x simples do abdome, urografia excretora (raio-x com contraste), exame de urina e outros.
Como é o tratamento imediato?
Normalmente a dor é intensa levando o paciente à procura de atendimento médico de emergência, necessitando ser medicado com anti-inflamatórios ou anti-espamódicos intravenosos.
E o tratamento a longo prazo?
Depois de resolvido a dor, verifica-se a necessidade ou não de tratamento com cirurgia ou equipamentos especiais para ajudar a eliminar o cálculo, ou simplesmente o acompanhamento quando este é pequeno e possa ser eliminado espontaneamente.
Existem outras alternativas?
Hoje o tratamento mais usado para fragmentar (quebrar) o cálculo é a Litotripsia Extra Corpórea (ondas de choque).
Eventualmente faz-se necessário tratamento com cirurgia.
E se houver vários episódios?
Se o aparecimento de cálculo for freqüente deve ser investigado o tipo de alteração metabólica que ocasiona a sua formação, para que então se faça o tratamento preventivo.
Como é feita a prevenção?
Medidas gerais na prevenção da formação do cálculo renal:
1.Ingestão de líquidos entre 3 a 4 litros/dia.
2.O sedentarismo predispõe a formação de cálculos, portanto o exercício físico regular três a quatro vezes por semana com boa hidratação é indicado (andar,nadar, etc.).
3.Evitar abuso de proteínas, sal, derivados de leite, carboidratos e alimentos ricos em purinas (como sardinha e fígado) que aumentam o ácido úrico.
Importante: evitar abuso não é eliminar os alimentos da dieta
 

O que é a hipertensão arterial?

A hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, é doença bastante comum entre nós. Cerca de 15-20% da população apresenta hipertensão arterial. É doença silenciosa, praticamente sem sintomas, mesmo nos casos mais severos. Acontece em geral na 4ª e 5ª década da vida e o diagnóstico é facilmente realizado, bastando para isso medidas periódicas da pressão arterial.

Qual é o valor normal da pressão arterial?
Normalmente o sangue circula em nosso corpo com uma pressão dentro das artérias de 120 ou 130mmHg por 70 ou 80 mmHg. Quando a medida da pressão sanguínea é igual ou superior a 140 por 90 mmHg, já se deve ficar em alerta para o diagnóstico da hipertensão.
Que dano a hipertensão arterial pode causar?

Fundamentalmente há um tipo de lesão importante em quem é hipertenso: os vasos sanguíneos, principalmente suas paredes internas, ficam, com o passar do tempo danificados, dificultando a passagem do sangue. Esta situação é principalmente importante no cérebro, no coração e nos rins, que são ditos como órgãos alvos da hipertensão. Há pois, tendência no hipertenso, a longo prazo, de haver comprometimento nestes órgãos, havendo maior facilidade para ocorrer acidente vascular encefálico (derrame cerebral), infartos cardíacos e insuficiência renal. Assim, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para evitar as lesões nos órgãos alvos.

Quais são as causas de hipertensão arterial?

Há, em situações excepcionais, o encontro de alguma doença primária que cause hipertensão: defeitos congênitos da aorta, glomerulonefrites, tumores das glândulas adrenais, além do uso de drogas como corticosteróides por exemplo. Nesta situação, resolvendo-se a doença de base, a hipertensão pode até ser curada. Na maioria dos outros casos, não se detecta uma causa aparente para a hipertensão e o recurso é tomar medicamentos pelo resto da vida, visando a manutenção dos níveis de pressão dentro do normal.

Como tratar hipertensão arterial?

Muitos médicos podem tratar de hipertensão arterial. As hipertensões arteriais mais graves podem ser tratadas por cardiologistas ou nefrologistas. O tratamento com o controle adequado da pressão arterial é fundamental para evitar as complicações secundárias causadas pela hipertensão arterial.



O que é infecção urinária?
Contaminação e multiplicação de germes na urina, bexiga e rins.
A infecção urinária ocorre em quem?
Nos primeiros anos de vida acomete mais o sexo masculino; na infância e idade pré-escolar, as meninas; na vida adulta aparece mais
principalmente em mulheres sexualmente ativas; e nos idosos, devido à ocorrência de infecção na próstata, acomete mais os homens.
Quais são os tipos de infecção urinária?
Há dois tipos: infecção baixa, denominada cistite e infecção alta, denominada pielonefrite.
Como se adquire a infecção urinária?
A principal maneira de ocorrer a infecção é por contaminação vaginal ou anal onde existem germes que sobem para o trato urinário. Cálculos renais e passagem de sonda vesical também podem predispor a infecção.
Quais são os sintomas de infecção urinária?
Os principais sintomas são : ardência ou dor para urinar, aumento do número de micções, diminuição da quantidade de urina a cada micção, dor na região baixa do abdome. Febre ou dor lombar, quando a infecção for nos rins.
Como se faz o diagnóstico de infecção urinária?
Para o diagnóstico da infecção urinária, o médico deve associar o exame clínico e exames laboratoriais. Exames laboratoriais para confirmação do diagnóstico: parcial de urina tipo I: leucocituria, urocultura: isolamento bacteriano e contagem de colônias >105 microorganismos/ml; antibiograma: identificação da sensibilidade do germe ao antibiótico. Pode existir infecção assintomática só identificável através de exames laboratoriais.
Qual é o tratamento da infecção urinária?
O tratamento é feito com antibióticos. A profilaxia é feita em pacientes que apresentam várias infecções urinárias por ano ou fatores que predisponham a infecção como cálculos .
Portanto se você apresenta alguns destes sintomas procure o seu médico.


O que é o diabete?

É uma doença geneticamente determinada, ou seja, segue algum padrão de hereditariedade e engloba principalmente dois subtipos, o chamado tipo I que é dependente de insulina e o tipo II, não obrigatoriamente dependente de insulina. A doença decorre portanto de uma falta absoluta ou relativa de insulina.

O que caracteriza o diabete?
Caracteriza-se por elevação nos níveis de glicose (açúcar) no sangue e quando não corretamente tratada pode levar a complicações das mais variadas, incluindo doenças arteroscleróticas generalizadas (endurecimento e estreitamento das artérias), retinopatia, cardiopatia, neuropatia e nefropatia.

O diabete pode atingir os rins?
Sim. Hoje a principal causa de insuficiência renal irreversível e que pode levar uma pessoa a ter que realizar diálise é a diabete mellitus de muitos anos de evolução e com mau controle. Fica claro que a diabete tem tratamento e suas complicações podem ser evitadas, desde que as orientações de seu médico e nutricionistas sejam seguidas.

 



PEDRAS NOS RINS
Cálculos Urinários (ou Litíase Urinária, na linguagem médica)

A formação de cálculos urinários representa um problema relevante de saúde publica, não só pelo quadro doloroso que o acompanha, mas também pelo aspecto numérico, já que aproximadamente 5-10% da população irão apresentar em algum momento da vida formação e cálculos (ou "pedra nos rins" como popularmente é conhecida).
Um outro grande problema com referência a esta doença, se refere à grande chance de formação de novos cálculos após um primeiro episódio (o que em medicina chamamos de "recorrência"). estima-se que aproximadamente 75% dos pacientes irão apresentar um novo episódio de formação de cálculos nos próximos 20 anos, após o primeiro episódio.
Existem também variações individuais na severidade de formação de cálculos: pacientes que irão ter apenas um episódio durante toda a vida, bem com aqueles que chegam a ter vários episódios por ano.
Como fatores de pior prognóstico, temos:

Primeiro episódio antes de 25 anos de idade
História familiar de formação de cálculos
Presença de rim único
Alterações anatômicas das vias urinárias
A composição dos cálculos urinários é variável, porém 70-80% são compostos de oxalato de cálcio, com ou sem fosfato de cálcio; os restantes 20-30% são compostos de fosfato amoníaco magnesiano, ácido úrico, urato de amônio, e cistina.
Este percentual de composição sofre porém algumas variações geográficas, por exemplo: nos países escandinavos os cálculos de ácido úrico representam 5% de todos os cálculos, enquanto nos países árabes e da costa mediterrânea representam 30-40%.
A despeito do nosso conhecimento incompleto do exato mecanismo da formação de cálculos, a prevenção pode ser feita em 2 diferentes níveis:
1) Aumento da ingestão de líquidos e dieta
2) Tratamento medicamentoso (farmacológico)
Estes pacientes devem ser orientados a aumentar a ingestão de líquidos de forma a produzirem um volume de urina de pelo menos 2 litros por dia; esta hidratação aumentada deve ser fracionada durante todo o dia, de forma a propiciar uma diluição urinária, o que impede a supersaturação e formação de cristais, e sem cristais não formam-se cálculos.
Os pacientes devem ser orientados a restringir a ingestão de proteinas de origem animal, particularmente evitando comer carne todos os dias; a restrição de cálcio, muito propagada no passado, hoje não mais deve ser feita, com exceção daqueles pacientes que apresentem de fato uma super-ingestão destes alimentos; a necessidade diária habitual de 800-1000 mg de cálcio deve ser mantida.

Texto: Dr. Cláudio F. Atílio Gorga - CRM 45.906
Urologia e Andrologia
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